domingo, 26 de julho de 2009

Frota Lajense de Carros e Motos Bate Recorde em 2009


Lajenses reagem a crise capitalista mundial e da dos do Conatran revelam que em 2009 frota lajense de carros e motos teve aumento de 15%.

Em abril de 2008 São José da Laje havia emplacado 469 carros e 253 motos, já em abril de 2009 havia um aumento de 7,25% no número de automóveis e de 30,04 no número de motos, um aumento quase 4,2 vezes maior em relação ao crescimento do número de carros. Segundo dados disponíveis no Conatran até abril de 2009 haviam 503 carros e 329 motos na frota lajense.

Já em Ibateguara em abril de 2008 haviam 208 carros e 157 motos na cidade conhecida como a Suíça Alagoana, em abril de 2009 eram 218 e de motos 190, portanto aumento de 4,8% nos carros e 21% no de motos.
Apesar de Ibateguara apresentar melhores dados sociais e IDH do que nossa São José da Laje segundo dados da PNUD/ONU, além de maior expectativa de vida, entre abril de 2008/2009 tivemos maior aumento percentual no número de emplacamentos de automóveis e motos.

Em União dos Palmares haviam 1954 carros e 2132 motos emplacadas em abril/2008, em abril de 2009 existiam 2041 carros e 2557 motos, um aumento de 4,45% nos carros e 19,93% nos números de motos.

Isso revela uma surpresa: os lajenses, percentualmente compraram mais carros que os palmarinos e ibateguarenses!

Eu pensei que esta seria a única surpresa mas naquele mesmo abril de 2008 haviam 106.950 automóveis e 22.039 motos emplacadas na nossa capital, Maceió, já em abril de 2009 haviam 114.391 carros e 26.268 motos na capital alagoana. Uma nova surpresa: em Maceió o número de carros aumentou apenas 6,96% e o de motos 19,23%, acréscimo percentual menor que o ocorrido em São José da Laje.

No total foi um aumento de 15% no total da frota lajense no período de abril de 2008 a 2009.

O que estes dados nos revelam?

Que a concentração de renda em Alagoas revela-se maior nos municípios mais pobres, com poucas famílias tendo o maior percentual de renda e a maioria das famílias com a menor fatia da renda, e o pior, com uma distância assustadora daqueles mais ricos.

Num município pobre como São José da Laje isso é fácil de traduzir.
Basta olhar as ruas e ver quem têm emplacado carros novos, infelizmente não são os funcionários públicos e privados, são em sua maioria um elite privilegiada pelas graças do poder político, vereadores e funcionários comissionados de alto escalão da administração pública e pessoas ligadas a eles.

Fato que só poderá ser revertido com a diversificação econômica e a consequente liberação da economia local do setor público, no momento, a fonte dos maiores salários e com uma estabilidade relativa, em média 4 anos, um governo...

A prefeitura municipal já anunciou suas intenções de diversificar a economia local com ações afirmativas e em conjunto com as demais esferas governamentais. Existe a intenção de construir um conjunto habitacional às margens da BR 104, e com isso forçar o crescimento da cidade rumo ao progresso.

Mais dados como este estão disponíveis em sites do governo federal, esperamos que você lajense também faça suas pesquisas e veja onde estamos e onde precisamos chegar, aí vai ficar mais fácil escolhermos os caminhos no futuro.

Fonte: www.conatran.gov.br

sábado, 25 de julho de 2009

As Histórias da Família Sarney e a Gestão de Pessoas no Setor Público

Enquanto o Brasil inteiro fica escandalizado com a política de recursos humanos do Senado Federal os funcionários de empresas de economia mista, as quais têm participação pública e privada, sendo que o governo possui maioria das ações, sofrem com esta política todos os dias nas manobras que se escondem por trás da "Ascenção Profissional".

Uma grande empresa de economia mista no segundo trimestre de 2009 estava para reorganizar sua política de gestão de pessoas. Dentre as vantagens a serem oferecidas a seus colaboradores estavam bolsas de graduação, pós, cursos de qualificação profissional e ampliação de assistência social prestada.
Um ponto polêmico dentre todo o pacote foi a inserção de proibição de que funcionários lotados em suas unidades não pudessem sair de lá antes de completados 2 anos da posse inicial ou derivada, em caso de promoção.
O que foi feito então?
Alguns funcionários desta dita empresa conseguiram estranhamente com 1 ano, 1 ano e meio ou menos superar-se entre seus colegas, revelando-se no discurso dos patrocinadores (os padrinhos) com uma competência acima da média. Estes foram promovidos imediatamente, antes que as atuais mudanças entrassem em vigor.
Nas unidades em que se poderia abrir uma vaga este candidato "escolhido" foi automaticamente nomeado pelos seus gerentes com anuência da diretoria regional, quando isto não foi possível as vagas em outras unidades próximas foram tomadas de assalto (em tese todos os funcionários interessados deveriam concorrer a função oferecida, a qual deveria ter sido amplamente divulgada pela comunicação interna, é a norma da empresa e o costume esperado) e preenchidas por pessoas indicadas pela gerência regional.
Tal prática foi um banho de água gelada na esperança de ascenção em que muitos dos funcionários apostavam. Nada contra promoções com menos de 2 anos numa empresa, mas em qualquer setor é necessário um tempo para que sejam incorporadas as práticas naturais da empresa a rotina do funcionário. Além do mais um gerente de uma empresa numa pequena cidade do interior não possui a mesma rotina de um gerente do mesma empresa numa unidade da capital - são demandas diferentes.
Mas esta empresa ligada ao governo federal desconhece tal lógica, apesar de apostar no contrário em seu discurso. Ao pagar graduação, pós graduação, cursos de inglês, espanhol, subsidiar compra de livros, revistas ligadas a sua área de atuação, avaliar constantemente seus colaboradores por meio de provas escritas, fomentar certificações externas, possivelmente gasta dinheiro que seria melhor aplicado, uma vez que na hora de promover seus colaboradores segue a "cartilha dos Sarney", o negócio é ser amigo do rei.
Tá achando que é a sua empresa? Dê uma olhada nos promovidos ao seu redor e tire a prova.

sexta-feira, 17 de julho de 2009

40 Anos da Enchente de 1969 em São José da Laje

Documentário da TV Educativa de Alagoas mostra imagens da enchente que varreu São José da Laje em 1969. Há ainda relatos de sobreviventes e vocês poderão ver este lajense que vos escreve em sua primeira aparição como Historiador, 2 anos após a formatura em História pela UFAL em 2007.

Em meados de março fui contactado por uma pessoa da equipe da TV Educativa sobre a possibilidade de conversarmos um pouco sobre a enchente de São José da Laje, nossa cidade que segundo consta, foi realmente riscada do mapa em 14 de março de 2009 pela enchente do rio Canhoto.

Hoje pela manhã consegui ver parte do resultado do trabalho que foi realizado a partir de entrevistas comigo, Cabo Lucas (Zito), Valdemar Matias, Senhor Zezito e com imagens de nossa São José da Laje. Tive sorte de procurando no Google encontrar um blog chamado Página Aberta, disponível em http://paginaaberta.wordpress.com e dali cheguei ao vídeo no YouTube, copiei os links que vocês podem assistir agora.
Enviem seus comentários!

Parte 1



Parte 2

Notícias da Laje!

Após os festejos juninos a cidade volta ao normal. Tem chovido por aqui esses dias. A vida continua... e eu Comprei uma moto nova!


Foto tirada da internet.

Vendi minha moto como havia postado antes pra fazer um grande investimento, mas este parece que desandou, infelizmente nem todas as pessoas têm a palavra como documento e o que dizem não é algo que se deva dar tanto crédito. Eu não sou assim, quando eu falo uma coisa sustento até o fim, posso mudar de idéia, desde que o que eu tenha dito não tenha surtido efeito de compromisso, tenho menos de 30 anos mas aprendi com meus antepassados a ser um homem de palavra!

Voltando ao normal, não resisti e comprei uma nova Bros, a 2009, queria uma Tornado mas custava uns R$ 11.000,00 e assim era melhor um carro usado, por hora fiquei com a Bros que é show, muito melhor que a 2007.

Quem quiser comprar não vai se arrepender, só se sonhar com uma Shudown, e olha, eu tava pensando em comprar uma Dafra 250 mas o ano passado todo só fabricaram menos de 1000 unidades então vi que a reposição de peças seria um desafio danado, resolvi ficar com a Honda Bros 150 mesmo, não me arrependi e fiquei com medo de numca me esforçar pra comprar um carro, porque a bichinha é gostosa de andar.

A primeira moto foi pra revisão de 1000 km uns 4 meses depois de comprada, esta como já estou habilitado tem 9 dias e já rodou 486 km, assim acho que daqui 1 semana terei que levar esta pra concessionária Honda.
Terça-feira fui até Caruaru-PE, eu e minha esposa, a bichinha tremeu pra subir umas 2 ladeiras comigo e minha esposa (mais de 150 kg juntos) mas chegou e voltou de Caruaru inteirona, a volta só não foi melhor porque escureceu rápido, esqueci que no inverno isso acontece mais cedo. Tínhamos que voltar logo e não descansamos, então foi cansativa a viagem, a próxima não será porque teremos mais tempo.